As Crônicas de Runeterra: Akali, O Punho das Sombras


Eai galera, tudo beleza?
Ha um tempo atras, eu comecei a escrever sobre o mundo do jogo League of Legends, e de tempos em tempos eu posto a história de algum champion. Comecei a escrever sobre esse jogo porque meu namorado passa um bom tempo jogando, e eu queria entender mais sobre. Mas, comecei a jogar, e percebi o porque não se consegue parar kkk
Hoje vou falar sobre a Akali.

Existe uma antiga ordem originária das Ilhas Ionianas dedicada à preservação do equilíbrio. Ordem, Caos, Luz, Escuridão -- todos devem existir em perfeita harmonia, pois assim é o universo. Esta ordem é conhecida como Kinkou, e coordena um triunvirato de guerreiros das sombras para apoiarem suas causas no mundo. Akali faz parte desses guerreiros das sombras, encarregada com o dever sagrado de Podar a Árvore - eliminando aqueles que ameaçam o equilíbrio de Valoran.
Uma pródiga lutadora marcial, Akali começou a treinar com sua mãe quando ainda era bem pequena. A disciplina ensinada por sua mãe era rígida e implacável, mas com um princípio fundamental: ''Fazemos o que deve ser feito''. Quando os Kinkou a apresentaram à ordem, aos seus quatorze anos, ela podia partir um elo de corrente com apenas um golpe de mão. Não havia dúvida - ela deveria suceder sua mãe como o Punho das Sombras. Teve que fazer muito exercendo este papel, coisas que outros poderiam considerar moralmente questionáveis, mas ela não iria quebrar a doutrina inviolável da sua mãe. Uniu-se a seus companheiros Shen e Kennen para reforçar o equilíbrio em Valoran. Essa busca sagrada levou o triunvirato aos Campos da Justiça.

''O Punho das Sombras ataca com a força da morte. Não impeça o equilíbrio.''

Akali tem como habilidade as disciplinas gêmeas. Uma é a Disciplina da Força, onde os ataques básicos de Akali causam 6% de dano mágico adicional bônus, aumentando em 1% a cada 6 pontos de Poder de Habilidade. O outro é a Disciplina do Poder, onde a Akali recebe 6% de Vampirismo Mágico, aumentado em 1% a cada 6 pontos de Dano de Ataque bônus.
Uma outra Skill (habilidade) é a Marca do Assassino. Akali gira sua kama em um inimigo alvo para causar dano mágico e marcar o alvo por 6 segundos. Os ataques corpo-a-corpo de Akali contra um inimigo marcado irão liberar e consumir a marca para causar dano adicional e restaurar Energia. Akali arremessa sua kama em um inimigo alvo, causando 35/55/75/95/115 (+40% de Poder de Habilidade) de dano mágico e marca o alvo por 6 segundo(s).Os ataques corpo a corpo de Akali contra um inimigo marcado consumirão a marca, para causar 45/70/95/120/145 (+50% de Poder de Habilidade) de dano mágico e restaurar 20/25/30/35/40 de Energia.
A habilidade chamada Proteção do Crepúsculo (não o do Edward), faz Akali lançar uma cobertura de fumaça. Enquanto estiver dentro da área, Akali ganha Armadura e Resistência Mágica e fica invisível. Atacar ou usar habilidades a revelarão brevemente. Inimigos dentro da fumaça terão a Velocidade de Movimento reduzida. Akali atira uma cortina de fumaça que dura por 8 segundo(s). Enquanto está nesta área, Akali recebe 10/20/30/40/50 de Armadura e Resistência Mágica e se torna invisível. Ataque e uso de habilidades farão com que ela se revele.Inimigos dentro da fumaça sofrem Lentidão de 14/18/22/26/30%.
O Corte Crescente é a skill em que Akali brande suas kamas, causando dano baseado em seu Dano de Ataque e Poder de Habilidade.
Akali brande suas kamas, cortando os inimigos próximos em 30/55/80/105/130 (+60% de Dano de Ataque) (+30% de Poder de Habilidade) de dano físico.Ativa Marca da Assassina em alvos afetados pela habilidade.
A ultima skill dela é a Dança das Sombras, Akali se move pelas sombras para rapidamente atacar seu alvo, causando dano e consumindo uma carga da Essência da Sombra. Akali reabastece as cargas da Essência da Sombra tanto periodicamente quanto em abates e assistências, máximo de 3 acúmulos. Akali se move pelas sombras para atacar rapidamente o seu alvo, causando 100/175/250 (+50% de Poder de Habilidade) de dano mágico.Akali acumula Essência da Sombra a cada abate e assistência, assim como a cada 30/22.5/15 segundo(s).

#HappyBday Cássia Éller

Hey pessoinhas, tudo good?
Ontem uma das minhas cantoras brasileiras preferidas completaria 51 anos.
Cássia Rejane Éller nasceu em 62 no Rio de Janeiro, e foi reconhecida como a 8ª mais bela voz do MPB, segundo a revista de musica Rolling Stone. Seu interesse pela musica surgiu aos 14 anos, quando ganhou seu primeiro violão. Tocava principalmente Beatles. Já foi corista (cantora de coral), cantora de uma banda de forró (sim gente!) e fazia parte de um trio elétrico (oi?!) em Brasilia, onde se mudou aos 16 anos, e tocou surdo em grupo de pagode. Foi em 81 que a garota ascendeu no mundo da musica em um espetáculo de Oswaldo Montenegro.
Aos 19 anos, em busca de sua independência, mudou-se para Belo Horizonte, onde trabalhou como servente de pedreiro.
Em 12 anos de carreira, Cássia gravou 10 álbuns próprios, interpretou canções de Renato Russo, Cazuza, Frejat e de Nando Reis.
Era bissexual assumida, morava com sua parceira e cuidava de filho Chicão.
Em 2001 se apresentou no Rock in Rio, no mesmo palco que R.E.M., Barão Vermelho, Foo Fighters e Fernanda Abreu.
Aos 39 anos, ao auge de sua carreira, aquela mulher com seu timbre peculiar, grave e rouco sofre um infarto, no dia 29 de dezembro. Especulam-se que ela poderia ter sofrido overdose, já que era usuária de cocaína desde a adolescência, mas os laudos médicos descartam essa opção.
Cássia deixou um grande legado à cultura musical brasileira. Grandes canções, sua voz maravilhosa e a forma que ela interpretava, a emoção, faziam-na ser uma grande artista. Uma grande mulher.
Hoje, eu pesquisando um pouco mais sobre a vida de Cássia, encontrei um depoimento do Nando Reis sobre ela, que foi sua grande amiga e alma gêmea de espírito.

"Havia decidido não escrever nada sobre a Cássia, especialmente sobre a Cássia e eu, nesse momento de sentimento ambíguo de comemoração que lembra a perda. Achava que o lançamento da primeira-metade (explico mais tarde) desse Relicário diria tudo. No entanto, bateu uma saudade e me deu vontade de falar dela.
'Bateu uma saudade e me deu vontade de falar dela'
Por coincidência me pediram esse artigo na mesma tarde, quase no mesmo instante que eu abria o disco novo da Gal, Recanto, só com músicas que o Caetano escreveu pra ela. E sem vergonha nenhuma, muito pelo contrário, digo que a minha transa com a Cássia tem tudo a ver com a Gal e o Caetano.
Não há nada mais lindo do que a voz de uma mulher, e essa noção construí ouvindo a voz de minha mãe. E o que eu sempre quis mesmo é ficar nesse lugar, de ouvinte, ser o receptáculo, um espectador - com recato nesse meu modesto canto, recantado. Componho pra dar forma ao caos que trago, engasgo, trafego e naufrago - é assim que dele posso me aproximar sem também sumir de mim. Alto míope inverso, quase cego, não enxergo mesmo é o que está mais perto.
Com a Cássia encontrei essa via, essa viagem, esse dia. Sim, o Segundo Sol é o nosso marco. Zero muito. Inferno múltiplo. E segundo sol que quebra a ideia de que há verdade absoluta. Por um segundo o sol isola a própria identidade, desenhando na calçada a imagem de nossa pessoa em contorno, como a estátua da face escura: CÁSSIA. Sua voz é a voz que grita o meu muitíssimo-mutismo silêncio-surdo, aquele que no peito dos desafinados também bate (feroz e veloz) um coração.
Nos tornamos amigos, muitos anos depois do nosso primeiro encontro, quando identicamente detestamos ter que falar um com o outro, estranhos que éramos por natureza e por delimitação protetora do perímetro de nosso íntimo sítio. Ela disse 'oi', ouviu as músicas que eu queria mostrar, e depois… "tchau". Foi-se embora na hora certa que só o jeito de quem não sabe como se despedir vai embora pra não sumir jamais.
Reunir as músicas minhas que ela gravou num mesmo disco reedita de certa forma esse estranho encontro. Muito estranho encontro. Estranho como se o repertório do Com Você - O Meu Mundo Ficaria Completo tivesse só músicas minhas, como ela queria naquele momento (quando estávamos apaixonados pela tranquilidade que o reconhecimento de que nossa alma-gêmea-mútua-dessemelhante-por-esquisitice trouxe às nossas vidas) eu, por sábia percepção, disse não.
Propor, realizar e lançar esse disco é expor o ápice dessa aproximação. É a minha paradoxal confirmação na forma expressa e desastrada que contém toda declaração de amor.
Aqui digo e divido o que sinto sobre sua importância: minha admiração, minha paixão, minha dependência, minha síndrome de abstinência, minha vaidade, minha timidez, minha limitação descomunal exibida e revertida na grandeza de sua voz-tamanha. E que eu, como um comum, ouso e digo por nós.
Pra não fugir ao que disse no princípio do artigo, esse disco é a primeira-metade do Relicário-imenso-desse-amor. A segunda virá na forma livro-disco cujo conteúdo será: as cartas que mandei pra ela, as demos, tais daquelas conversas, e a história de cada uma dessas músicas. E o retrato da multidão que fez de nós, eu e ela, capazes de fugir da timidez e explicitar o barato do riso de encontrar finalmente um par para não sobrar com o mico-preto.
O que eu mais gosto do que diz esse disco é justamente pisar de novo no chão onde o rastro dos meus riscos está devidamente encadernado por todos os outros que estiveram em ação. E assim, resumido, dar nessa data os "parabéns!, de quem aprendeu que um 'tchau' pode ser o 'oi' eterno." Com saudades.
"

Nando Reis e Cassia Eller nunca foram namorados, amantes, ou nada que pudesse ser tachado a partir de qualquer nome "oficial" de relação. Mas é certo que eles possuíam uma relação muito especial, e Cássia, durante sua carreira, foi uma das vozes, senão a voz mais importante das canções de Nando Reis.
E foi em homenagem a Cassia Eller que Nando fez uma de suas músicas mais conhecidas "All Star", uma música cheia de detalhes e referências pessoais. Reza a lenda que uma vez, quando Nando ia escrever para Cássia, não sabia seu endereço, rua, CEP, etc. em que ela morava.E vieram muitas inspirações dessa relação de amor entre os dois. Nando reis, numa entrevista para o canal fechado GNT, declarou:

"A forma com que eu escrevo a história da minha relação com Cássia, de amizade, de amor, e tudo mais, é uma forma muito lúdica, cheia de imagens, o elemento que eu uso para falar de nós dois é o tênis dela, o Allstar azul, e o meu, preto de cano alto. Eu fui para um ensaio, ou tuma gravação, não me lembro, com um terno preto muito justinho, com um tênis All Star de cano alto, porque eu sabia que ela tinha um All Star azul. A Cassia ficou boquiaberta, e eu achei a maior graça"

Sobre a questão do bairro das laranjeiras, Nando disse:

"A partir dessa imagem, e do fato dela morar no bairro de Laranjeiras, que eu achava que era mei, por causa da cor-de-laranja (Cássia chamava Nando de Laranjinha, pelo seu cabelo ruivo), é como se eu chegasse num lugar e dissesse: a laranja voltou para as larenjeiras, isto é, eu entrava num pomar, que sorria ao me receber, e era a forma que eu me sentia com um sorriso ao ser recebido na casa dela"

E, numa entrevista dada para a revista Simples, em março de 2005, Nando reforça a importância de Cássia na sua trajetória:
Pode-se dizer que a presença de Cássia Eller foi fundamental nesse seu processo de desligamento dos Titãs, já que foi ela quem o evidenciou como grande compositor e artista “individual”. E hoje, qual é a importância dela na carreira de Nando Reis?

"É engraçado: o tempo passa e a compreensão da presença e da importância dela permanece absolutamente viva. O “All Star” costuma ser o auge de emoção dos meus shows. E é uma música descritiva da minha relação com ela. É muito triste ver sempre interrompida – no momento em que foi interrompida a vida dela – aquilo que seria sua participação na minha vida. Mas a música tem uma eternidade. E ter tido tantas músicas gravadas por ela – e uma grande parte dessas músicas estarem tão presentes naquilo que eu faço hoje – faz com que a Cássia continue sendo uma parceira e uma idéia muito presente."

Mas você não faz mais as suas músicas para a voz dela, como diz na letra de “All Star”...

Cara, volta e meia eu penso assim: “Puta, a Cássia cantando essa música ia ficar lindo!”. Pela força espantosa de nossa afinidade, nossa história seria “pra sempre” se ela estivesse viva, ainda. Eu, sinceramente, não fico cutucando a lacuna. É sofrido e, de certa maneira, já foi uma puta realização. Eu tenho que olhar pras coisas que foram feitas – e elas são muito grandes. É a sorte de ter coisas que aconteceram, e não só desejos que não foram. Eu teria milhões de possibilidades. Inclusive uma, da qual eu tinha total consciência, de que haveria um ponto onde a gente iria ter que se separar, mesmo ela estando viva. É tão eterna a aliança que, mesmo separados, estaríamos juntos.

Você pensava na inevitabilidade da separação, então?

A partir de um momento, eu achava que a Cássia teria que ter outra experiência, porque aquilo teria que se transformar. Eu não considerei nenhuma das relações de trabalho que tive como se elas pretendessem além daquilo que alcançavam no momento da realização. No caso da Cássia, irreversivelmente não há mais futuro – porque ela morreu.

E justamente aquela conversa que não terminou, que dá a noção, ao mesmo tempo, de infinitude e incompletude. Infinito e incompleto. E ficam as imagens, do elevador, do tênis, do bairro das Laranjeiras, e do tom de voz certo para as canções de Nando Reis. Enfim, uma canção de amor. Nando Reis manteve guardado o All Star preto de cano alto. O azul de Cassia foi incinerado após a sua morte, segundo a revista TRIP de julho de 2005.

All Star - Cássia Éller
Fonte: Estadão e Musica em Prosa

Sexo e Casamento

Eae galera, tudo na paz?
Semana passada eu fui a um casamento, com direito à igreja, vestido branco, véu e grinalda. Me fez pensar que o "certo" seria se casar de branco e na igreja somente se fosse virgem. Ok, mas de onde surgiu isso e quem afirmou?

Origem histórica do casamento:
Se olharmos para traz, não existem relatos de nenhuma cerimônia religiosa, nem formalidade legal para que o casamento fosse considerado válido, até a bíblia ser escrita. Era necessária apenas a coabitação entre um homem e uma mulher. Ou seja, o SEXO era o casamento.
Essa cerimônia toda especial que conhecemos hoje, com vestimentas específicas, flores, véu e aliança, advém da Roma Antiga e, portanto, uma cerimônia pagã. Além disso, o conceito de pureza/virgindade vem desta época, tradição de Roma e Grécia antiga.
Mas devido aos interesses entrelados ao casamento ao longo das gerações, o simbolismo da cerimônia foi sendo manipulado pelas autoridades religiosas, com a intenção de aumentar seu poder e riqueza. Na idade média, o casamento se tornou pacto comercial entre famílias, em que nações se juntavam ou se dissolviam em virtude de casamentos. Bem por isso, reis ofereciam a mão de suas filhas a filhos de outros reis para juntar seus legados, fazendo alianças, e foi onde se originou o dote.
Exatamento por este motivo, era interessante para a Igreja vincular essa realização aos poderes eclesiásticos. Também era conveniente vincular um imperativo da vida comum: a união de dois seres com a finalidade de formar uma familia.

Religião
Ainda hoje, o casamento é muitas vezes ultilizado como tema sensacionalista nos discursos de padres, pastores, ministros e outros figurões religiosos. Resumindo, a Bívlia claramente condena a FORNICAÇÃO. E os defensores de correntes que condenam o sexo antes do casamento afimam que fornicar é ter relações sexuais antes de consumar o casamento.
Segundo os dicionários, FORNICAR é apenas COPULAR, ter RELAÇÕES SEXUAIS.Não seria então, a definição manipulada por eles?
Uma interpretação mais razoável é que o problema que a Bíblia aponta é fazer do sexo um comportamento animal, sem responsabilidade, sem descernimento, sem amor. Mesmo porque, como citei acima, na época em que a Bíblia foi escrita, não existia cerimônia religiosa, salvo aquela cerimônia ministrada por um sacerdote em que Jesus transformou a água em vinho. Como era possível, então, a própria Bíblia condenar o sexo antes do casamento?

Questão social
A sociedade atual se esforça às cegas a desatar esses nós da tradição. Não faz mais de duas ou três décadas, era comum o homem preservar a virgindade da noiva, mas praticava sexo fora do relacionamento. Que hipocrisia é esta? Não é mais aceitável aceitar que duas pessoas se conheçam e se envolvam de maneira progressiva e exclusiva?

O verdadeiro sentido do sexo e do casamento
O sexo, em várias religiões e doutrinas, é considerado sagrado. Entretanto, se é possível afirmar que o sexo só vale a pena se houver sentimento, da mesma forma do casamento. Aliás, será que o casamento sem amor não é mais grave do sexo só por sexo? Por outro lado, o sexo sem amor, mesmo dentro do casamento, não é uma manifestação animalesxca, para satisfazer instintos, em vez de aproveitar o sentimento do próprio racionalismo humano?
Quando se fala em sexo antes do casamento, isso significa que se supõe que haverá um matrimônio. Não sendo o ritual externo uma necessidade, quando duas pessoas resolvem se unir, se unem na fidelidade e segundo a sua crença. Se querem oficializar, basta tão somente a contratação de um casamento civil! Se querem ser abençoadas, basta uma oração!
Como todos sabemos, o amor e a intimidade acaba mais cedo ou mais tarde levando ao sexo, ou até mesmo o desejo. O que isso tem de mal se é natural?
A diferença dos tempos atuais é que os métodos anticoncepcionais e a idéia de progredir na carreira profissional para a preparação do casal, acabam adiando o casamento. Em algumas religiões, para poupar os noivos de tal "pecado", a cerimônia é antecipada para a juventude ainda imatura. Não há necessidade disso em vista do compromisso dos dois, isso só serve para atrasar a educação e o crescimento dos jovens.

O sexo sem compromisso
O sexo é uma coisa tão natural, que é valido a prática somente por desejo, instinto e vontades. Não tem o porquê de se fazer esse circo em torno de algo que veio junto com a nossa evolução. Sexo não é somente para a procriação, se fosse, não sentiríamos o prazer e o gozo de um ato, seria algo mecânico e necessitário.

Pensar nisso envolve várias teorias, mas basicamente, o casamento nada mais é que a união corpórea entre duas pessoas que se amam. Casamento é sexo.

Indignação perante ao "Príncipe do Pop"

Eai galera, tudo beleza?
Bom, essa semana no Brasil inteiro foi comentado a patifaria do Justin Bieber durante os dias que ele passou aqui em terras tupiniquins.
Eu sempre odiei as suas músicas, não por nada, mas por serem muito ruins e sem conteúdo, e nunca gostei das atitudes desse garoto. Será que ele acha que ele pode ser igual ao Eminen? Comédia.
O mais absurdo disso é que existem MILHARES de garotinhas imbecis que alimentam o seu ego e a sua fama, passam 1 mês em frente ao estádio pra comprar ingresso, gastam alguns milhares para conhecê-lo pessoalmente para depois serem destratadas e ignoradas por um garoto de bosta que não sabe o que faz? Quer ser fã? Seja fã de algum artista que têm algo a acrescentar na sua vida, que seja exemplo, que "agregue valores" (piadinha).
E eu perambulando em sites aleatórios, encontrei o testemunho de um autor desconhecido. Autor, se você viu isso, da um toque pra eu poder pôr os seus créditos (:

Analisando o comportamento de Justin Bieber no Brasil:

1- Mal chegou ao Brasil e foi direto contratar prostitutas pra lhe fazerem companhia e orgias com seus amigos, afinal é essa a imagem que ele como gringo tem do país: Um lugar para explorar o turismo sexual.
2- Em vez de assumir o que estava fazendo, que foi algo que todos viram, ele saiu escondido debaixo de um lençol como se estivesse com vergonha dos seus atos.
3- Foi expulso do Copacabana Palace por desrespeitar as regras do Hotel que proíbe prostitutas, e por isso deu um chilique quebrando objetos do quarto.
4- Atrasou mais de 1h para começar seu show em SP cheio de playback
5- Mostrou total falta de respeito com seus fãs ao abandonar o palco sem cantar seu único grande hit só porque um único fã no meio de milhares jogou algo no palco (alguns acham que foi uma garrafa, porém muitos afirmam que era um CD de presente para ele, o que é mais provável)
6- Suas fãs que pagaram cerca de 3 mil reais para conhecê-lo e ter um momento com o ídolo, só tiveram 2 segundos para tirar uma foto pra depois serem empurradas por seu segurança como se fossem gado.
7- No RJ saiu de madrugada para cometer o crime de vandalismo ao pichar muros em São Conrado. (Sem permissão é crime e depredação, não é grafitagem mesmo que seja um belo desenho)
8- Jogou pedras, mandou seus seguranças agredirem e fez gestos obscenos para fotógrafos que estavam trabalhando.
9- Seus seguranças tentaram arrancar a chave do carro dos fãs que estavam seguindo o carro de JB, mas como não conseguiram, furaram o pneu do carro dos fãs.
10- Justin Bieber surtou e gritou para um grupo de fãs brasileiros: "VOCÊS SÃO OS PIORES FÃS DO MUNDO!"
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Isso tudo aconteceu graças a esses seus fãs que abastecem seu ego, seu sucesso e sua conta bancária, esses são os grandes culpados, fãs que aceitam a humilhação de serem tratados como lixo por esse artista mimado que acha que o mundo gira ao seu redor. Ele é apenas mais um artista de um único hit (Sim, pois um verdadeiro Hit é uma música conhecida por todo mundo, inclusive por quem não é fã e não acompanha sua carreira. Portanto, Hit mesmo é somente "baby" que é a única música que eu, meu filho, a empregada, o porteiro e todos conhecem)
Justin Bieber se destacou por ser bonitinho e ter feito sucesso muito novo, mas artisticamente é apenas uma versão solo de uma boy band, algo que sempre foi um conceito mercenário concebido por gravadoras como um produto descartável para ganhar dinheiro fácil e rápido. Usam os apelos da beleza, do visual e do marketing aliado a canções pops de refrões chicletes, em harmonias simples de fácil assimilação, para um público infantil e pré-adolescente que são alvos fáceis por serem pessoas ainda em formação, sem vivência, experiência e argumentos para questionar e analisar o conteúdo artístico, a qualidade e as atitudes do artista.
E assim segue o mercado transformando seres estúpidos e arrogantes em suas celebridades amadas e idolatradas.