Conto por experiencia própria: sempre tem uma parte de um livro que a gente não gosta tanto e é uma regra que eu não podia ser exceção. A parte de Snail Garford (leia e saberás) sempre me entediou, sempre, mas os capitulos são intercalados em um esquema 1-2-3-4-1-2-... e eu ficava tão curiosa a respeito das outras partes que continuava lendo. Sabe aquela frase "vou ler só mais um capítulo"? Ou "eu preciso saber o que acontece com esse personagem então vou continuar lendo"? É exatamente disso que eu estou falando e quando a gente se dá conta, acabou o livro :(
Em menos de 300 páginas Dragões de Éter vira uma salada de contos de fadas e histórias contadas para crianças (Faz-me lembrar dos irmãos Grimm) que nao fazem o menor sentido separadamente mas que Raphael Draccon as interliga com maestria na pele de um bardo. Além de escrever de forma extremamente simples e ao mesmo tempo com uma riqueza incrível de detalhes, é regado a muita crítica e ironia. A história se desenrola como se o autor realmente conversasse com o leitor, com certos devaneios e auto-críticas.
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| eu tenho *-* lindão |
Volto, assim que der, com Corações de Neve e Círculos de Chuva :)
Trechos
Quer uma dica? Considere, inclusive, ler o epílogo e as orelhas do livro antes do restante da história.

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